"Toda ação gera uma reação".
A máxima vale para o piloto Nelson Ângelo Piquet Júnior, filho de Nelson, tricampeão da Fórmula 1 nos anos 80.
Nelsinho tinha uma carreira promissora. Desde pequeno era incentivado pelo pai. Paitrocínicio nunca faltou a ele.
O sonho de guiar um carro de F-1 se concretizou.
Em 2008 ele estreia pela equipe Renault como companheiro do já reconhecido campeão Fernando Alonso. Foi um ano de aprendizado, onde ele cometeu alguns erros. Quase foi demitido da equipe. Quase...
Pois no GP de Singapura Nelsinho trocou a sua demissão por uma das maiores falcatruas já vistas no automobilismo. Ele simplesmente bateu o carro de propósito para beneficiar o seu companheiro de equipe, que por consequência acabou em primeiro lugar naquela oportunidade.
Um ano depois o caso veio à tona. Após ser finalmente dispensado da equipe Renault por deficiência técnica Nelsinho "chutou o balde", "queimando" a Renault e principalmente os todo-poderosos do time francês: Flavio Briatori e Pat Simmons (o primeiro foi banido do esporte, já o segundo foi punido por três anos de suspensão).
Nelsinho Piquet acabou absolvido das punições graças à delação premiada.
Vejam como são as coisas. Nunca faltou apoio moral e financeiro para Piquet Jr. Entrou na F-1 na vaga de outros pilotos até melhores do que ele, tecnicamente falando. Mas o peso do sobrenome falou mais alto. Tudo caiu no colo do rapaz. Mas ele não soube aproveitar.
Conclusão: Nelsinho Piquet dificilmente voltará a correr na F-1. Sua credibilidade foi arranhada.
O máximo que ele vai conseguir é correr em categorias do segundo escalão do automobilismo. Como o próprio disse em seu Twitter, a NASCAR Camping World Truck Series deverá ser o seu futuro. Para quem não sabe, essa categoria em que ele possivelmente correrá é uma espécie de terceira divisão da 'Stockcar norte americana'.
É Nelsinho... Isaac Newton tinha razão.
A máxima vale para o piloto Nelson Ângelo Piquet Júnior, filho de Nelson, tricampeão da Fórmula 1 nos anos 80.
Nelsinho tinha uma carreira promissora. Desde pequeno era incentivado pelo pai. Paitrocínicio nunca faltou a ele.
O sonho de guiar um carro de F-1 se concretizou.
Em 2008 ele estreia pela equipe Renault como companheiro do já reconhecido campeão Fernando Alonso. Foi um ano de aprendizado, onde ele cometeu alguns erros. Quase foi demitido da equipe. Quase...
Pois no GP de Singapura Nelsinho trocou a sua demissão por uma das maiores falcatruas já vistas no automobilismo. Ele simplesmente bateu o carro de propósito para beneficiar o seu companheiro de equipe, que por consequência acabou em primeiro lugar naquela oportunidade.
Um ano depois o caso veio à tona. Após ser finalmente dispensado da equipe Renault por deficiência técnica Nelsinho "chutou o balde", "queimando" a Renault e principalmente os todo-poderosos do time francês: Flavio Briatori e Pat Simmons (o primeiro foi banido do esporte, já o segundo foi punido por três anos de suspensão).
Nelsinho Piquet acabou absolvido das punições graças à delação premiada.
Vejam como são as coisas. Nunca faltou apoio moral e financeiro para Piquet Jr. Entrou na F-1 na vaga de outros pilotos até melhores do que ele, tecnicamente falando. Mas o peso do sobrenome falou mais alto. Tudo caiu no colo do rapaz. Mas ele não soube aproveitar.
Conclusão: Nelsinho Piquet dificilmente voltará a correr na F-1. Sua credibilidade foi arranhada.
O máximo que ele vai conseguir é correr em categorias do segundo escalão do automobilismo. Como o próprio disse em seu Twitter, a NASCAR Camping World Truck Series deverá ser o seu futuro. Para quem não sabe, essa categoria em que ele possivelmente correrá é uma espécie de terceira divisão da 'Stockcar norte americana'.
É Nelsinho... Isaac Newton tinha razão.


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