Fui ao Banco do Brasil nesta sexta-feira. Sabem como é: quinto dia útil do mês, agência lotada. A maioria dos clientes, idosos.
Ao entrar na agência, antes de atravessar a porta que separa os caixas eletrônicos, o Banco agora adota uma medida onde cada cliente é obrigado a inserir o seu cartão para retirar a sua senha de atendimento. Ao inserir o cartão, o cliente tem a opção de escolher: atendimento prioritário (idosos) ou atendimento convencional.
Os idosos, achando que levariam vantagem, obviamente, escolheram o "atendimento prioritário". No entanto, chegando na boca dos caixas, se via um aglomerado de pessoas idosas, cada um esperando a sua vez, na fila dos prioritários. Enquanto isso, na " parte convencional", a fila corria rápido, na medida do possível.
O tempo ia passando e alguns idosos mais alterados começaram a questionar e reclamar da situação, brilhantemente explicada por um dos funcionários do BB: "Está assim porque vocês pediram!".
>> Aqui, abro um parêntese para falar da segurança do Banco. No início de fevereiro, fui impossibilitado de entrar de imediato na agência pois portava chaves em meu bolso. Tive que tirá-las para poder ter acesso ao atendimento. Hoje, com as mesmas chaves e no mesmo bolso, consegui entrar sem nenhum problema. Me pergunto qual o critério que eles utilizam. Vai ver que no mês passado eu estava com cara de bandido, e hoje, estava com cara de playboy... <<
Os mais antigos ao lerem esses relatos devem pensar: "Já não se faz mais banco como antigamente".
Ao entrar na agência, antes de atravessar a porta que separa os caixas eletrônicos, o Banco agora adota uma medida onde cada cliente é obrigado a inserir o seu cartão para retirar a sua senha de atendimento. Ao inserir o cartão, o cliente tem a opção de escolher: atendimento prioritário (idosos) ou atendimento convencional.
Os idosos, achando que levariam vantagem, obviamente, escolheram o "atendimento prioritário". No entanto, chegando na boca dos caixas, se via um aglomerado de pessoas idosas, cada um esperando a sua vez, na fila dos prioritários. Enquanto isso, na " parte convencional", a fila corria rápido, na medida do possível.
O tempo ia passando e alguns idosos mais alterados começaram a questionar e reclamar da situação, brilhantemente explicada por um dos funcionários do BB: "Está assim porque vocês pediram!".
>> Aqui, abro um parêntese para falar da segurança do Banco. No início de fevereiro, fui impossibilitado de entrar de imediato na agência pois portava chaves em meu bolso. Tive que tirá-las para poder ter acesso ao atendimento. Hoje, com as mesmas chaves e no mesmo bolso, consegui entrar sem nenhum problema. Me pergunto qual o critério que eles utilizam. Vai ver que no mês passado eu estava com cara de bandido, e hoje, estava com cara de playboy... <<
Os mais antigos ao lerem esses relatos devem pensar: "Já não se faz mais banco como antigamente".

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